terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Buenos Aires

Ontem e hoje estou em Buenos Aires. Vim com uma pessoa da Assistência Técnica visitar um cliente muito importante, e apresentar uma solução para o desafio que ele nos propôs.
Chegamos às 18h25 (19h25 no Brasil), deixamos a mala no hotel e fomos bater perna.
Primeiro, que o pouco que vi no trajeto entre o aeroporto e o hotel foi o suficiente para me encantar. Avenidas largas, ruas com calçadas espaçosas, onde existem muitas mesinhas para sentar e jogar conversa fora. Os prédios, antigos e bem conservados, realmente lembram a Europa.
Mas vamos ao que interessa: Compras! MINHA NOSSA!!! É de enlouquecer!
Aqui é tudo muito mais barato que no Brasil. praticamente a metade do preço.
Já enfiei o pé na jaca, e em apenas 3h30 de passeio, e de volta ao hotel, vejo sobre a cama 8 sacolas! =D
Hoje a visita será de meio período, mas não teremos tempo para mais comprinhas =(
Pena que minha máquina fotográfica está uma porcaria, a bateria dura meia dúzia de fotos, senão já teria tirado muitas fotos para mostrar aqui...
Fica para a próxima.
Buenas noches!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Noves fora

Hoje eu recebi três notícias.
Uma eu imaginava, e hoje foi a confirmação.
A segunda foi a explicação da primeira.
A terceira foi uma alternativa à primeira.
Resumindo, o que eu achava que ia ser e não foi, pode acabar se tornando muito melhor do que eu imaginava.
2010 promete!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

La noche está en pañales

Hoy tuve mi última clase de Español. Casi un año estudiando, y todavía pienso que poco cambió. Mañana tendré la última prueba, y a mi me encantaria tener más tiempo para estudiar.
La peor nota que tuve fue un 9,2. Muy bueno, pero creo que no es compatible con lo que sé. O peor, lo poco que sé es mucho más que mis compañeros de clase.
A lo mejor tendré que estudiar unos cinco años más para llegar donde quiero. =(

domingo, 6 de dezembro de 2009

OBMJ

Isso aqui é muuuuuito legal!!!! E o download é grátis!
Orquestra Brasileira de Música Jamaicana

Era uma casa muito engraçada...

Os poucos leitores deste diarinho já sabem que um dos meus carmas é com o vizinho de cima. Não importa a cidade nem o prédio. Já é o quarto vizinho que tenho e a saga continua.
Pode ser que eu seja muito chata, mas também tem muita gente sem noção. Quando estes dois tipos de pessoa se encontram, só pode dar caca....
E daí que ontem estava eu aqui em casa, quando à 1h da matina, começo a ouvir marteladas. Esperei alguns minutos para comprovar que realmente era verdade o que meu ouvidos estavam ouvindo. Veio a segunda sessão de marteladas. Na terceira, já estava em pé em frente a porta do meu apartamento, na esperança que fosse a última. Não foi.
Na quarta sessão, fui até o apartamento do fulano (viram como estou muito mais tolerante?? esperei a QUARTA sessão de marteladas para ir até lá! Tô orgulhosa de mim! =)).
Eles, na maior cara de pau, demoraram horrores para abrir. Como viram que eu não desistiria de tocar a campainha, me atenderam.
Juraram que não era de lá que vinham as marteladas, que estavam dormindo e que eu deveria estar com algum problema. Estava realmente, não conseguia dormir.
O mais engraçado é que enquanto eu reclamava, e depois que voltei para meu apartamento, não escutei mais NENHUMA marteladinha. Não é impressionante?! Nem era de lá, mas a reclamação funcionou!!
A todos que tem alguma reclamação para fazer, que nunca foi atendida, me enviem suas súplicas, porque meu vizinho resolve até quando o problema não é na casa dele!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Avestruz de capuz

Hoje aprendi que o avestruz tem dois dedos nos pés. Um dedo tem unha, o outro não. O perigo do ataque do avestruz é o chute, por causa dessa unha, e não o bico.
A única forma segura de realizar algum tratamento no avestruz é colocando um capuz em sua cabeça. Assim, sem enxergar, ele quase não se mexe.
Isso me fez pensar nas coisas que acontecem nas nossas vidas, os avestruzes que vem nos atacar. Nos protegemos do bico, e esquecemos da unha. E às vezes também esquecemos do capuz.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Final de semana

Aqui em Taubatexas está um dia chuvoso e fresquinho.
Bom para ficar em casa. Exatamente o que vou fazer neste final de semana.
Amanhã, tenho que fazer uma faxina geral em casa, que está um caos.
Também tenho que visitar o Bruno, filho dos meus amigos Cristiano e Gisele, que nasceu no dia do meu aniversário (como previsto hehehe).
No domingo, tenho que enfiar a fuça no meu trabalho final da Vanzolini. O prazo está acabando e eu ainda tenho toneladas de coisas para fazer.
E já está bom para dois dias, né?
Bom final de semana!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Meus Amores

































Lado bom

Um lado bom de morar em Taubatexas é que aqui não tem enchente. Percorro o trajeto de 6km entre minha casa e a fábrica em 10 minutos. Quando chove, daquelas de quase não dar para enxergar, levo 17 minutos.
Não sei se todos os bairros de TTX são assim, mas se tem enchente em algum lugar, nem passa na TV.
Quando eu trabalhava em Santo André, levava, num dia BOM, 20 minutos para percorrer os 8km entre a casa da minha mãe e a fábrica. Na volta, eram pelo menos 40 minutos. Em dia de chuva, sem previsão. A Avenida do Estado alagava (e ainda alaga) rapidamente.
Outro dia tive que ir até Barueri. Saí de Taubatexas às 5h30. Apenas para cruzar os 20km da Marginal Tietê, foi 1h30. No total, levei 4h45 para chegar. Dá para ir até Minas no mesmo tempo.
Quando tenho que ir até a Avenida Paulista, distante 17km da casa da minha mãe, saio com pelo menos 1h30 de antecedência ao horário combinado. Às vezes chego atrasada. Não importa o dia da semana.
A cada vez que vou a São Paulo, percebo a "pioria contínua" do trânsito. Olho para as pessoas nos outros carros, e vejo cansaço, desânimo, apatia. Todos estão esgotados, mas sabem que não há por onde escapar. As veias estão entupidas. Da cidade, e das pessoas. Ano que vem teremos a chance de fazer diferente. Que Deus nos proteja.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Mais ou menos

Hoje o dia está meio cocozento.
Faz uma semana que a Paçoquinha se foi. Vi uma foto feita um dia antes dela morrer, e não era a mesma gatinha que deixei em casa no domingo. Muito triste. Neste final de semana eu trouxe a bolsa térmica de volta, junto com alguns paninhos que ela estava usando na caixinha. As latas de leite e a mamadeira já foram ajudar outros gatinhos. E era tudo o que ela tinha.
Não consigo esquecer aqueles olhinhos azuis da cor do fundo do mar, curiosos, daquele pelinho macio e fininho. Muita tristeza, muita saudade.
Hoje também foi a apresentação final daquele programa de treinamento que estava fazendo pela empresa, que durou 9 meses. Minha apresentação agradou, inclusive com convite para apresentar para a diretoria. Ainda acho que poderia ter feito um pouco diferente, mas agora já foi. Pelo menos estou livre para terminar o projeto final da Vanzolini, que preciso entregar até o começo da semana que vem.
Para ajudar, estou de TPM.
Tá bom ou quer mais?