quinta-feira, 28 de outubro de 2010

São Judas Tadeu

Essa é pra tombar a Kombi e encerrar a semana em grande estilo.
Hoje estávamos voltando da aprazível Ilha de Caras da Zona Leste, eu e mais três, ouvindo rádio, quando o locutor comenta que hoje é dia de São Judas Tadeu, o santo das causas impossíveis. Eu fiquei pensando se já tinha visto a cara dele alguma vez, em algum santinho, imagem, etc. Não consegui lembrar. De repente, num lampejo de "lucidez", o vi. Seguiu-se o diálogo:

Eu: "Olha só, hoje é dia de S.J. Tadeu, o santo das causas impossíveis! Já sabem o que vocês vão pedir?"
Eles: "Ahaha ainda não..."
Eu: "Ele é aquele santinho que aparece nas camisas do São Paulo, né?"
Eles: ".................."

Neste instante horroroso, me dei conta. Não me aguentei, momento vergonha própria (dessa vez não foi vergonha alheia, porque essa foram eles que sentiram por mim), quase me joguei do carro.

Eu: "Acho que não né..ahaha... aquele é o São Paulo! Senão seria o São Judas Tadeu Futebol Clube!"

Bom final de semana prolongado a todos nós.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Zzzz...

Depois do final de semana mega punk, fazendo faxina e parte da mudança, ainda sinto dores nas panturrilhas e nas juntas das mãos. Coisa de velhota entrevada hehehe
Ou, como diz um cara que trabalha comigo, de "menina mimada que não esfrega chão toda semana, então não está acostumada ao trabalho pesado". Fazer o que, eu estudei né?! rsrs
Se um dia precisar, eu esfrego chão todo dia, mas enquanto esse dia não chega...
Por causa da correria, dormi muito pouco e ralei pra caramba. Hoje é apenas terça, a semana ainda é longa, e eu já estou só o cavaco.
Sorte que eu tenho duas amigas de ouro no MBA que estão dando aquela força nos trabalhos, porque sem elas eu não seria nada. Ainda tem o case que eu preciso fazer para o nosso grupo, mas hoje só consigo pensar em dormir.
Por essas e outras que eu tenho que rezar muito antes de dormir, para agradecer. Por minhas amigas maravilindas que dão conta de tudo e não me expulsam do grupo mesmo eu estando ausente nas horas mais difíceis, por toda a dor nas pernas e nas mãos depois de limpar a minha casa, que eu tanto sonhei em ter, por não ter que esfregar o chão todo dia, e por ter um trabalho que me proporciona essas coisas boas da vida.  

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Se correr o bicho pega....

Estou com uma sensação estranha.
Me sinto na beira da praia, de frente para o mar, vendo um tsunami escuro se aproximando. Eu, com uma pranchinha na mão.
Não sei se corro para o mar e nado forte, lutando contra a correnteza, ou se corro para o lado oposto, sabendo que mesmo assim ele vai me alcançar e me arrastar para o fundo.
Meu primeiro impulso é sempre enfrentar e me jogar, mas dessa vez estou com muito medo de beber água.

domingo, 24 de outubro de 2010

Dos preguntas

Esta é para todos os Engenheiros Civis de plantão.
Se você não é um Engenheiro Civil, por favor encaminhe estas singelas perguntas para o mais próximo, porque eu preciso de respostas:
- Que catzo de cálculo que vocês fazem para determinar o ângulo de inclinação do piso em direção ao ralo?
- Por que a inclinação fica sempre para o lado OPOSTO ao do ralo?
Se você conhece algum apartamento que tem a caída para o ralo do lado certo, por favor filme e me mande, porque eu nunca vi uma coisa dessas.
Ah, chuveiro não vale. Tem que ser cozinha ou área de "silvisso".
Grata pela atenção. Tenha uma boa vida.

sábado, 23 de outubro de 2010

Força-tarefa

Aqui em Texas não existem faxineiras disponíveis e confiáveis. Pelo menos não que eu saiba. Com certeza tem muitas nas quais não se pode confiar, e nas que podemos, estou acreditando que realmente elas não querem trabalhar.
Dito isto, tive que tomar uma decisão meio desesperada: eu trouxe a faxineira da minha mãe para me ajudar com a faxina de casa.
A situação estava crítica e eu sou uma desgraça fazendo faxina. Não no sentido de fazer mal feito, mas eu realmente não gosto, e acabo me distraindo com qualquer coisa. Desde a programação tosca da tarde, até os carros passando na rua, passando pela divagação sobre os itens que ainda preciso comprar no supermercado, a saudade das minhas filhotas (que estão passando férias na casa da vovó..rs), ou qualquer outra coisa inútil que me faça perder o foco no trabalho doméstico.
Resumindo: o que uma faxineira faz em 6h, eu levo uns dois dias. Me esforçando.
Então eu trouxe a Fátima, e juntas resolvemos tudo. Levou o dia inteiro, mas está pronto.
O que me deixa bem mais tranquila. A não ser, claro, pelas dores generalizadas que sinto neste momento.
Fui carregar umas portas de vidro, mega pesadas, e meu tendão de Aquiles reclamou.
Raspei muito pingo de tinta do chão, tirei muita craca das janelas, lavei banheiros, subi e desci muita escada.
Tô destruída. Falta de prática de faxina, sabe como é.
Vou tomar um Dorflex e fazer mumina, porque amanhã tem mais.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Que delícia!

Esta semana passei mais dias aqui pertinho de Texas do que na ICZL (Ilha de Caras da Zona Leste).
Foram 3 dias aqui e apenas 2 lá.
Eu não sei se você anda muito para chegar ao trabalho, mas eu ando. São 260km todo dia. É bem tranquilo, porque é apenas estrada, nem entramos em SP, não pegamos trânsito, enchente, congestionamento, nada.
Sem contar que a paisagem é linda (para compensar a feiura da ICZL).
Só que trabalhar a apenas 6km de casa é uma benção.
Em SP isso pode não dizer muita coisa, dependendo do trajeto. Mas aqui em Texas, isso quer dizer 10 minutos de trajeto para chegar lá.
Ou 1h30 a mais de sono, acordando depois que o sol nasceu, e não o contrário.
Também significa levar 15 mintuos para chegar em casa (muito trânsito na volta sabe? rs), ter tempo de ir ao supermercado antes de escurecer, ver o por do sol na sacada.
Tem coisas que a gente só dá valor quando fica sem.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Carreata do Horror

Se você acompanha este blog, sabe que eu trabalho na casa do chapéu (para não falar na casa de outra coisa). É longe pra caramba da minha casa, e por isso ando todos os dias 260 longos quilômetros.
Aliás, não é longe apenas da minha casa, é longe da civilização.
É o cafundó do judas, a biboca, o moquifo.
Quero deixar claro que essa não é nenhuma insatisfação com a empresa onde trabalho, mas sim com o local onde ela está instalada. Dos portões para dentro, me sinto numa fortaleza, esqueço do mundo feio lá fora e a vida segue feliz e contente. Além disso, é temporário, e sei que vai acabar. Minha vontade é criar uma empilhadeira gigante, enfiar seus garfos sob a fábrica e levá-la embora daquele lugar cheio de monstros. Sigamos.
Enfim... eu chamo aquilo de Ilha de Caras (Feias) da Zona Leste e Adjacências.
É aquele lugar que se você descobre na balada que a pessoa mora lá, desiste, porque tem medo de ser baleado na primeira visita.
Para deixar a situação ainda mais tenebrosa, a mãe do Chuck fez uma carreata-passeata-palhaçada no centro da cidade. Se aquilo já é um furdunço num dia normal, imagina hoje!
Deus é bom e me protegeu de ver, ouvir ou ficar sabendo desse episódio dantesco até agora a noite, quando assistindo o JN pude ver um pedaço desse filme de terror, digo, dessa notícia.
É por isso que eu sou a favor de vidros fumês, muros de 5m de altura e cercas eletrificadas.
Sabe aquela história do muro em volta da Argentina? Eu também sou a favor dessa solução para a Ilha de Caras da ZL.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

É meu

Finalmente!
Agora é meu. Peguei as chaves ontem. Mudança agendada. Contando as horas para o open house.


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Benzedeira

É disso que estou precisando hoje.
Eu já vinha ruim há uns dias, com tosse (pela milésima vez esse ano). Sábado meus ouvidos entupiram, e eu passei o final de semana me sentindo num aquário.
Ontem fui dormir com dor de ouvido, coisa que eu não tinha desde que competia na natação (acredite, faz muuuuito tempo).
Hoje tive que passar cedo na médica da empresa, e o resultado foi bastante animador: sinusite. A situação está tão crítica, que meus ouvidos estão entupidos de meleca. Great. Serão 10 dias de antibiótico casca grossa.
Depois do diagnóstico, me preparava para ir a uma reunião, daquelas mensais, que tomam o dia inteiro, sabe?
Peguei minha tralha toda: notebook, carregador, mouse, caderno, estojo e óculos (porque eu estou velhota e meus olhos não são mais de lince..rs). Fui fazer uma curva, toda serelepe, e scataplaft!!!.
Lá fui eu, toda pomposa, me espatifar no chão. Caí de joelhos. Mais precisamente sentada sobre os joelhos. Os fios do mouse e do carregador nem saíram do lugar. Não caiu uma caneta sequer do estojo.
Mas os meus joelhos.... aaahhh, os meus joelhos sabem como foi este duplo twist carpado reverso mal feito.
Joelho esquerdo está com uma bola preta, e o direto com uma bola roxa. Bonito. Um calombo de cada cor.
E não foi a primeira vez esse ano que escorreguei na mesma curva. Não faz dois meses eu caí no mesmo lugar, mas dessa outra vez foi sentada, com as perninhas para o lado, estilo "estou sentadinha no chão fazendo pique-nique". Visualizou?
O pior é que nem eu me aguento, e preciso vencer o ataque de riso para conseguir levantar. É que eu imagino as pessoas, em suas baias, trabalhando, e me vendo passar. De repente, eu desapareço! E não é um truque de David Copperfield. É esta patza que vos fala mais uma vez estatelada! Bom, meu histórico de tombos é infinito. Deve ser genético. Minha mãe também tem uma habilidade incrível para tombos.
Depois de um dia desses, eu merecia um presente. E não é que eu achei um mimo com a minha cara?

domingo, 17 de outubro de 2010

Kazue Fuzinaka

Esse é o nome da escola onde estudei da primeira à oitava série. Na época, o primário e ginásio.
Naquela época também, a gente tinha medo dos professores, e não o contrário. Aliás, não só dos professores, como também da inspetora Lígia, da reunião de pais e mestres, da Diretora Elenice.
Hoje, como sabemos, a banda toca outra música.
Mas o que importa mesmo é que após 17 anos, conseguimos manter contato com a turma da 8a série. Hoje fizemos um encontro, que deveria ter sido um sucesso. A depender do quorum, foi quase um fiasco.
Quase. Porque eu, o Douglas, o Mian e a Roberta estivemos lá.
O resto do pessoal, umas 10 pessoas, nem deu as caras.
Mas mesmo assim foi muito divertido!